Em resumo, inovações disruptivas são aquelas que chegam para revolucionar nossas vidas como um dia foi o trem a vapor, a invenção da lâmpada por Thomas Edison, a roda, mais tarde o automóvel e a Internet, exemplo perfeito de tecnologia que eu tive o privilégio de ver nascer de perto e que costumo sempre mencionar em minhas palestras. Sem dúvida, o setor da cannabis legal, com todo seu potencial terapêutico e de proporcionar bem-estar aos indivíduos e animais, sua vasta utilização pela indústria e por meio dos evidentes benefícios que traz à natureza, chega para se juntar a essa lista.

Fato é que o Brasil começa a dar seus passos iniciais no setor da cannabis e ninguém melhor do que os empreendedores com suas startups saberão “surfar a onda” de oportunidades que teremos pela frente. Tudo começa com uma boa ideia, verdade, mas de nada (ou pouco) vale uma ideia sem execução. Inventores são diferentes de empreendedores. Ideias passam a ter valor quando realmente colocadas em prática, prevalecendo, no final do dia a velha máxima dos 99 por cento de transpiração versus 1 por cento de inspiração. O caminho nunca é fácil e o sucesso só se alcança com muito trabalho e resiliência.

Trecho do artigo de Alex Lucena publicado no Sechat

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